Missão
Promover o encontro entre o consciente e o inconsciente através de uma escuta profunda, tornando a psicanálise acessível, viva e transformadora para cada pessoa que busca tornar-se quem realmente é.

Promover o encontro entre o consciente e o inconsciente através de uma escuta profunda, tornando a psicanálise acessível, viva e transformadora para cada pessoa que busca tornar-se quem realmente é.


É para aqueles que procuram uma maneira de lidar com os impasses pessoais. O cuidado, o acolhimento, a confiança, o fortalecimento e a mudança dependem de uma relação de parceria entre Terapeuta-Paciente.
Agende a qualquer hora pelo WhatsApp, conforme a sua disponibilidade.
Os atendimentos são realizados somente com agendamento prévio, o mesmo poderá ser feito presencial ou online.

Psicanálise não é sobre o passado — é sobre o que se repete em silêncio e que você já não consegue ignorar. A escuta analítica revela os padrões inconscientes que regem seus afetos, suas escolhas e suas paralisias. É o lugar onde o que não pode ser dito finalmente encontra espaço para ser compreendido.
Um tratamento para cada necessidade.
Diferentemente da psicologia clínica convencional, que trabalha no nível dos pensamentos e comportamentos conscientes, a psicanálise opera sobre o inconsciente, aquilo que Freud descreveu como “o outro lado da fala”, o que se diz sem que se saiba que se está dizendo. Quando você repete os mesmos padrões de relacionamento, quando algo o paralisa sem motivo aparente, quando um sintoma retorna apesar de todo esforço consciente para controlá-lo — há um saber ali que não lhe pertence de forma consciente. A psicanálise é o método clínico que torna possível escutar esse saber. Não é autoconhecimento. Não é desabafo. Não é conselho. É uma prática rigorosa, fundada por Freud, refinada por Lacan e exercida em setting terapêutico, que permite que o sujeito se reposicione diante daquilo que o determina.
A Arteterapia Junguiana não é “arte como hobby”. Não é aula de pintura. Não é passatempo terapêutico. É um método clínico estruturado que utiliza a expressão criativa, desenho, pintura, argila, colagem, modelagem, escrita espontânea, como instrumento de acesso aos conteúdos inconscientes que a fala sozinha não consegue alcançar. Baseada na psicologia analítica de C. G. Jung, esta prática parte de um princípio fundamental: o psiquismo possui uma dimensão simbólica que se manifesta por imagens, não apenas por palavras. Os sonhos, as fantasias, os sintomas e as repetições são tentativas do inconsciente de se comunicar. A Arteterapia oferece um canal para que essa comunicação aconteça de forma tangível, visível e trabalhável. “Quando as palavras param, a imagem continua. E é na imagem que o inconsciente mostra o que ainda não tem nome.” Jung

Terapeuta desde 2010, com mais de quinze anos de prática clínica. Pós-graduada em Acupuntura (UNIP) e Medicina Chinesa (USP), graduada em Psicanálise (Uninter) e pós-graduada em Psicanálise Clínica (IBRAPSI) e em Arteterapia Junguiana (UNIP), com formação complementar no Instituto Integrando. Sua trajetória é deliberadamente integrada: o corpo pela medicina oriental, o inconsciente pela psicanálise, a expressão criativa pela arte junguiana — porque o sofrimento se manifesta em todas essas dimensões, e o cuidado precisa alcançar todas elas.
Reunimos as dúvidas mais comuns de quem considera iniciar terapia. Se a sua não estiver aqui, entre em contato — teremos prazer em conversar.
A psicanálise é um método clínico fundado por Sigmund Freud que tem como foco o estudo e o tratamento do inconsciente. Diferente de abordagens que trabalham apenas com pensamentos conscientes, a psicanálise escuta aquilo que se manifesta nos sintomas, nos sonhos, nas repetições e nos atos falhos.
O objetivo não é apenas eliminar um sintoma, mas compreender o que ele comunica. É um processo de transformação profunda, onde você se reposiciona diante daquilo que o determina sem que você saiba.
É um método clínico que utiliza a expressão criativa — desenho, pintura, argila, colagem — como via de acesso a conteúdos inconscientes que a fala sozinha não alcança.
Baseada na psicologia de C. G. Jung, parte do princípio de que o psiquismo possui uma dimensão simbólica que se manifesta por imagens. O que você cria não é avaliado esteticamente: o que importa é o significado que a imagem carrega para você.
Ambas acessam o inconsciente, mas por vias diferentes:
As duas abordagens se complementam. É possível realizar um processo integrado, combinando fala e expressão criativa no mesmo percurso.
A terapia cognitivo-comportamental (TCC) trabalha majoritariamente com pensamentos e comportamentos conscientes, com foco em adaptação e enfrentamento.
A psicanálise opera sobre o inconsciente — aquilo que se manifesta em sintomas, repetições e sonhos, mas que o sujeito não domina conscientemente. Em vez de ensinar técnicas para "lidar com" um sintoma, busca compreender o que ele comunica.
Nenhuma é "melhor" que a outra. São ferramentas diferentes para necessidades diferentes.
Para qualquer pessoa que:
Não. Apesar da arteterapia junguiana ser especialmente eficaz com crianças e adolescentes, pois oferece um canal de expressão que não depende da verbalização. Através do desenho e da modelagem, jovens pacientes externalizam emoções que não saberiam nomear.
Atendemos menores de idade somente a partir dos 14 anos, o trabalho é sempre acompanhado de orientação aos pais ou responsáveis.
Não. Muitos processos transformadores começam não a partir da dor, mas de uma pergunta: "quem sou eu, realmente?", "por que repito os mesmos padrões?".
Você não precisa estar em sofrimento agudo para buscar análise. Às vezes, o melhor momento é quando as coisas "parecem estar bem" — mas algo dentro de você sabe que há mais.
Na maioria dos casos, sim. Mas em quadros psiquiátricos agudos (crise psicótica, episódio maníaco) ou dependência química ativa, é necessário acompanhamento médico prévio ou concomitante.
As sessões preliminares servem precisamente para avaliar se a abordagem é adequada para o seu momento. Se não for, indicaremos outro caminho com honestidade.
A primeira sessão — chamada de sessão de acolhimento — dura aproximadamente 50 minutos. É um espaço de escuta, sem compromisso terapêutico fechado.
Você fala sobre o que te traz, sua história e o que espera encontrar. Ao final, avaliamos juntas se a psicanálise, a arteterapia ou um processo integrado é o mais adequado.
Se houver conexão, combinamos os próximos passos. Se não houver, ajudamos a indicar outro profissional. Sem pressão, sem vínculo forçado.
A frequência é definida junto com você, conforme o que o processo exige e a sua rotina permite.
Não. Absolutamente não. A arteterapia não avalia técnica, estética ou talento. O que você cria não será julgado ou comparado.
Pessoas que "não sabem desenhar" costumam ter as experiências mais profundas. Exatamente porque não conseguem controlar a imagem pela técnica, o inconsciente aparece com mais força. A imperfeição é a porta de entrada.
O divã é um recurso possível, não uma obrigação. No início, o atendimento é face a face. O divã pode ser introduzido quando há indicação clínica — geralmente quando o trabalho requer uma fala menos orientada pelo olhar do outro.
A decisão é sempre clínica e conversada, nunca imposta por protocolo.
Sim, sempre. O que você cria é seu. A profissional pode fotografar (com sua autorização) para registro clínico, mas a produção física pertence a você.
Algumas pessoas levam para casa; outras preferem guardar na clínica até o final do processo.
Oferecemos os dois formatos:
A escolha é sua. Ambos preservam a qualidade da escuta analítica.
Sim. A escuta analítica não depende do espaço físico — depende da disposição de falar e de ser escutado. O formato online preserva o dispositivo terapêutico.
Para a arteterapia, recomendamos o presencial sempre que possível, mas o online funciona bem com adaptações orientadas pela profissional.
Para arteterapia online, enviamos uma lista simples de materiais para ter em casa.
A psicanálise não é promessa de felicidade. É a possibilidade de pensar o que está em jogo na sua vida — e a partir daí, viver melhor.
Cada processo é singular, mas de modo geral:
O processo não é linear. Há avanços, pausas e retrocessos. Tudo faz parte. O ritmo é seu.
Não necessariamente. A duração depende do que se apresenta em cada caso.
O que dura para sempre não é a análise — é a relação mais lúcida consigo mesmo que ela abre.
A psicanalista e a arteterapeuta não prescrevem medicação — isso é atribuição do psiquiatra. Em alguns casos, o trabalho terapêutico pode ser complementado por acompanhamento psiquiátrico, com transparência.
Muitas pessoas iniciam terapia já em uso de medicação e, ao longo do processo, revisam essa necessidade com o psiquiatra. Outras nunca precisam. Cada caso é único.
Sim. Absolutamente. O sigilo é o fundamento ético da prática terapêutica. Tudo o que é dito, criado ou vivido dentro do setting permanece entre você e a profissional. Nenhuma exceção.
A única exceção prevista em lei é em casos de risco iminente à vida — situação sempre trabalhada com você, nunca às escondidas.
Nunca sem a sua autorização expressa. O que você cria na sessão é material clínico — privado e protegido pelo mesmo sigilo da fala.
Fotografias para registro clínico só ocorrem com a sua permissão, e nunca são compartilhadas ou publicadas sem o seu consentimento por escrito.
Sim. Utilizamos plataformas com criptografia de ponta a ponta. Nenhum conteúdo de sessão é gravado ou armazenado. O que é dito online tem o mesmo nível de proteção que o que é dito no consultório.
Pedimos apenas que você garanta um ambiente privado do seu lado, sem outras pessoas por perto.
Os valores variam conforme o formato (psicanálise, arteterapia, integrado), a frequência e o formato presencial ou online.
Na sessão de acolhimento, após entendermos suas necessidades, apresentamos as opções com total transparência. Você saberá o valor antes de qualquer compromisso.
O atendimento é particular. Não atendemos convênios. Temos planos acessíveis.
Sim. Mantemos um número limitado de vagas com valores reduzidos para estudantes, pessoas em vulnerabilidade econômica ou em início de carreira.
Se o valor é um obstáculo, fale conosco. Acreditamos que transformação interior não deveria ser privilégio.
Você pode agendar de três formas:
A primeira sessão é sem compromisso — um espaço para sentir se há conexão.
Sim. Pedimos apenas:
A regra não é punição: é respeito mútuo pelo tempo e pelo espaço terapêutico.
Isso é totalmente normal e esperado. A primeira sessão é para sentir se há conexão e se a abordagem faz sentido.
Se não quiser continuar, basta não agendar a próxima. Sem pressão, sem explicações exigidas. E se não houver fit, ajudamos a indicar outro profissional.
Isso é a regra, não a exceção. Toda pessoa sente vergonha de alguma coisa — e é justamente o que causa vergonha que costuma estar no centro do sofrimento.
Você não precisa chegar à primeira sessão já disposto a contar tudo. A terapia é um processo de construção de confiança. Você fala o que pode, quando pode, no seu ritmo. E na arteterapia, o que não se consegue falar pode encontrar forma na imagem.
Nem toda terapia funciona para toda pessoa. Se uma experiência anterior não deu certo, pode ter sido pela abordagem, pela relação com o profissional ou pelo momento.
A psicanálise e a arteterapia junguiana trabalham em um nível diferente: não lidam apenas com pensamentos conscientes, mas com o inconsciente. Para muitas pessoas que "estagnaram" em outras abordagens, esse é o diferencial.
Entendemos que a vida é cheia. Mas vale uma pergunta honesta: se você não tem tempo para si agora, quando terá?
Uma sessão por semana é, em média, 50 minutos. A questão raramente é falta de tempo. É prioridade.
Você pode interromper a qualquer momento. Não há contrato de fidelidade, não há multa. O processo só funciona se houver desejo.
Pedimos apenas que, se decidir parar, converse com a profissional sobre isso. O encerramento faz parte do tratamento e, quando trabalhado, transforma a experiência em algo útil.
Você não precisa de um diagnóstico para começar. A maioria das pessoas chega exatamente assim — sem saber o que tem, só sabendo que algo não encaixa.
Você chega como está. A profissional escuta, pergunta, acolhe — e juntos começam a dar contorno ao que ainda não tem forma. É justamente esse o trabalho da terapia: encontrar o nome para o que ainda não tem nome.
Não. O posicionamento ético da análise é o oposto do julgamento. A profissional não está ali para avaliar se o que você faz é "certo" ou "errado" — está ali para compreender, com você, o que está em jogo.
O espaço terapêutico é, por definição, um espaço livre de julgamento moral. O que existe ali é escuta, respeito e rigor clínico.
Sim. Essa é uma das configurações mais potentes e se chama processo integrado. Combina sessões de fala (psicanálise) com sessões de expressão criativa (arteterapia), mobilizando tanto a via simbólica quanto a verbal.
A indicação é avaliada nas sessões preliminares. Quando há indicação, os resultados tendem a ser especialmente transformadores.
Se a sua pergunta não está aqui, fale com a gente. Conversar não compromete — esclarece.
✦ Falar com a profissionalRua Casimiro José Marques de Abreu, 329C
Vila Osasco – Osasco – SP
Tel.: (11) 95415-3108
Segunda a Quinta – 9 às 21 horas
Sexta – 13 às 19 horas
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